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O mercado corporativo em 2026 consolida uma mudança importante: ocupar um espaço já não é apenas uma decisão operacional, mas uma escolha estratégica.

Empresas passaram a priorizar qualidade em vez de expansão. Localização, eficiência construtiva, tecnologia e experiência do usuário entram no centro da decisão. Esse movimento vem direcionando a demanda para ativos de alto padrão, enquanto edifícios menos atualizados perdem competitividade.

A lógica da concentração

Esse cenário é reflexo direto do chamado flight to quality — um reposicionamento natural do mercado em direção a empreendimentos mais completos.

A absorção líquida segue positiva e a vacância apresenta queda consistente, mas o ponto central está na concentração: a maior parte da demanda se direciona para ativos premium. O mercado não está apenas aquecido, está mais seletivo.

O protagonismo das empresas

A mudança também é impulsionada pelo perfil de quem ocupa esses espaços.

Grandes empresas, especialmente dos setores de tecnologia, serviços e finanças, lideram esse movimento. O escritório deixa de ser apenas um suporte operacional e passa a atuar como uma extensão da marca — um ambiente que influencia cultura, produtividade e atração de talentos.

Nesse contexto, o espaço físico ganha relevância estratégica dentro das organizações.

Valorização com critério

Com a demanda mais qualificada, a valorização deixa de ser uniforme.

Empreendimentos que entregam infraestrutura moderna, localização consolidada e soluções alinhadas às novas dinâmicas de trabalho tendem a apresentar maior estabilidade de ocupação e liquidez. Em contrapartida, ativos que não acompanham essa evolução enfrentam maior vacância e pressão de preço.

A valorização, hoje, está diretamente ligada à relevância do ativo.

Mais do que um endereço

Os escritórios corporativos de alto padrão assumem um novo papel: deixam de ser apenas locais de trabalho para se tornarem plataformas de negócios.

São espaços que conectam pessoas, decisões e oportunidades, reforçando posicionamento e criando ambientes mais alinhados às demandas contemporâneas.

Um movimento que ultrapassa os grandes centros

Embora esse fenômeno tenha ganhado força em mercados mais consolidados, sua lógica já se expande para outras cidades.

O nível de exigência aumentou — e tende a permanecer. Empresas estão mais atentas à qualidade dos ativos que ocupam, independentemente da localização.

Nesse contexto, empreendimentos que já nascem alinhados a esse novo padrão ganham protagonismo. Projetos como o High Business refletem essa lógica ao integrar infraestrutura, tecnologia e uma experiência corporativa mais completa, posicionando-se de forma consistente diante de uma demanda cada vez mais criteriosa.

 

Fontes: Suno Research; Revista Buildings; Exame

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Excelência que se constrói antes da obra

No mercado de alto padrão, o resultado final começa muito antes da obra ganhar forma. Ele nasce na forma como cada processo é pensado, estruturado e conduzido.

Foi com esse olhar que a Ascen avançou em sua jornada de excelência operacional, em parceria com o CTE (Centro de Tecnologia de Edificações) uma das principais referências do setor.

Mais do que adotar novas práticas, o movimento foi direcionado à construção de um sistema sólido, capaz de trazer previsibilidade, eficiência e consistência para todas as etapas do desenvolvimento.

Método que sustenta o padrão

A incorporação de conceitos como o Lean Construction foi um dos pontos centrais dessa evolução.

Mais do que uma metodologia de obra, o Lean foi aplicado como uma lógica de gestão. Seu princípio é claro: gerar o máximo de valor com o mínimo de desperdício, organizando processos de forma integrada — do planejamento à entrega.

Na prática, isso muda completamente a dinâmica da operação. Em vez de processos fragmentados e decisões reativas, passa-se a trabalhar com fluxos contínuos, planejamento colaborativo e maior previsibilidade.

No caso da Ascen, esse avanço foi além dos canteiros. Após resultados consistentes na execução, a aplicação do Lean se expandiu também para áreas como projetos, suprimentos, controladoria e financeiro — o chamado Lean Office.

Esse movimento reforça um ponto importante: eficiência não está apenas na obra, mas em toda a estrutura que sustenta o empreendimento.

Com isso, a operação ganha ritmo, reduz retrabalhos e passa a funcionar de forma mais coordenada — elevando não só a produtividade, mas a consistência das entregas.

O reflexo na experiência

Quando há método, o impacto é direto: prazos mais confiáveis, qualidade mais consistente e uma experiência mais segura para o cliente.

No fim, o que se vê no produto final é apenas a consequência de uma operação bem construída.

Porque excelência, na prática, não está apenas no que é entregue — mas em tudo que torna essa entrega possível.

 

Fonte: https://cte.com.br/case/excelencia-operacional/ascen-empreendimentos