Posted by & filed under Arquitetura.

A varanda gourmet consolidou-se como presença quase inevitável nos empreendimentos residenciais de alto padrão. E é justamente essa naturalização que exige um olhar mais criterioso — porque nem todo espaço que recebe esse nome foi concebido para ser habitado.

O que define uma varanda realmente funcional

Mais do que churrasqueira e bancada, uma varanda bem projetada precisa resolver simultaneamente três dimensões: preparo, refeição e convivência, sem que nenhuma comprometa as demais. Isso exige metragem adequada, mas sobretudo rigor nas decisões de projeto.

Entre os critérios, um se destaca: a integração com o restante da área social — seja com a cozinha, seja com a sala de estar e jantar, a depender da lógica de cada projeto. Uma varanda que não dialoga diretamente com esses ambientes fragmenta o fluxo do apartamento e isola o anfitrião dos convidados a cada movimento, o que contradiz a essência do espaço. Essa conexão atua junto à metragem e à infraestrutura, mas é o que confere à varanda sua razão de ser.

Quando o espaço existe apenas na promessa

Varandas concebidas como argumento de lançamento, e não como ambiente de uso real, revelam-se antes mesmo da visita ao imóvel. Metragem insuficiente para circular com dignidade, infraestrutura ausente ou subdimensionada, e a percepção de que o espaço foi acrescentado ao projeto — não integrado a ele.

Com o tempo, esses ambientes são subutilizados. O que não é necessariamente um equívoco de moradia, mas é uma distância considerável entre o que foi vendido e o que foi entregue.

A varanda como decisão de projeto, não como adorno

No segmento de alto padrão, a questão transcende a funcionalidade. Uma varanda bem articulada ao fluxo do apartamento deixa de ser um cômodo isolado e passa a organizar a forma de receber, de conviver e de habitar o espaço no cotidiano. É o ambiente que, com o tempo, concentra a vida social do morador.

Essa distinção é o que separa um elemento decorativo de uma decisão arquitetônica.

Em Franca, o Ventisette foi projetado com essa precisão. A varanda, integrada ao restante da área social e dimensionada para comportar simultaneamente as zonas de estar, jantar e receber, é parte estrutural do apartamento — não um complemento. Um espaço pensado para ser vivido, não apenas apresentado.

Posted by & filed under Mercado imobiliário.

O mercado corporativo em 2026 consolida uma mudança importante: ocupar um espaço já não é apenas uma decisão operacional, mas uma escolha estratégica.

Empresas passaram a priorizar qualidade em vez de expansão. Localização, eficiência construtiva, tecnologia e experiência do usuário entram no centro da decisão. Esse movimento vem direcionando a demanda para ativos de alto padrão, enquanto edifícios menos atualizados perdem competitividade.

A lógica da concentração

Esse cenário é reflexo direto do chamado flight to quality — um reposicionamento natural do mercado em direção a empreendimentos mais completos.

A absorção líquida segue positiva e a vacância apresenta queda consistente, mas o ponto central está na concentração: a maior parte da demanda se direciona para ativos premium. O mercado não está apenas aquecido, está mais seletivo.

O protagonismo das empresas

A mudança também é impulsionada pelo perfil de quem ocupa esses espaços.

Grandes empresas, especialmente dos setores de tecnologia, serviços e finanças, lideram esse movimento. O escritório deixa de ser apenas um suporte operacional e passa a atuar como uma extensão da marca — um ambiente que influencia cultura, produtividade e atração de talentos.

Nesse contexto, o espaço físico ganha relevância estratégica dentro das organizações.

Valorização com critério

Com a demanda mais qualificada, a valorização deixa de ser uniforme.

Empreendimentos que entregam infraestrutura moderna, localização consolidada e soluções alinhadas às novas dinâmicas de trabalho tendem a apresentar maior estabilidade de ocupação e liquidez. Em contrapartida, ativos que não acompanham essa evolução enfrentam maior vacância e pressão de preço.

A valorização, hoje, está diretamente ligada à relevância do ativo.

Mais do que um endereço

Os escritórios corporativos de alto padrão assumem um novo papel: deixam de ser apenas locais de trabalho para se tornarem plataformas de negócios.

São espaços que conectam pessoas, decisões e oportunidades, reforçando posicionamento e criando ambientes mais alinhados às demandas contemporâneas.

Um movimento que ultrapassa os grandes centros

Embora esse fenômeno tenha ganhado força em mercados mais consolidados, sua lógica já se expande para outras cidades.

O nível de exigência aumentou — e tende a permanecer. Empresas estão mais atentas à qualidade dos ativos que ocupam, independentemente da localização.

Nesse contexto, empreendimentos que já nascem alinhados a esse novo padrão ganham protagonismo. Projetos como o High Business refletem essa lógica ao integrar infraestrutura, tecnologia e uma experiência corporativa mais completa, posicionando-se de forma consistente diante de uma demanda cada vez mais criteriosa.

 

Fontes: Suno Research; Revista Buildings; Exame

Posted by & filed under Institucional.

Excelência que se constrói antes da obra

No mercado de alto padrão, o resultado final começa muito antes da obra ganhar forma. Ele nasce na forma como cada processo é pensado, estruturado e conduzido.

Foi com esse olhar que a Ascen avançou em sua jornada de excelência operacional, em parceria com o CTE (Centro de Tecnologia de Edificações) uma das principais referências do setor.

Mais do que adotar novas práticas, o movimento foi direcionado à construção de um sistema sólido, capaz de trazer previsibilidade, eficiência e consistência para todas as etapas do desenvolvimento.

Método que sustenta o padrão

A incorporação de conceitos como o Lean Construction foi um dos pontos centrais dessa evolução.

Mais do que uma metodologia de obra, o Lean foi aplicado como uma lógica de gestão. Seu princípio é claro: gerar o máximo de valor com o mínimo de desperdício, organizando processos de forma integrada — do planejamento à entrega.

Na prática, isso muda completamente a dinâmica da operação. Em vez de processos fragmentados e decisões reativas, passa-se a trabalhar com fluxos contínuos, planejamento colaborativo e maior previsibilidade.

No caso da Ascen, esse avanço foi além dos canteiros. Após resultados consistentes na execução, a aplicação do Lean se expandiu também para áreas como projetos, suprimentos, controladoria e financeiro — o chamado Lean Office.

Esse movimento reforça um ponto importante: eficiência não está apenas na obra, mas em toda a estrutura que sustenta o empreendimento.

Com isso, a operação ganha ritmo, reduz retrabalhos e passa a funcionar de forma mais coordenada — elevando não só a produtividade, mas a consistência das entregas.

O reflexo na experiência

Quando há método, o impacto é direto: prazos mais confiáveis, qualidade mais consistente e uma experiência mais segura para o cliente.

No fim, o que se vê no produto final é apenas a consequência de uma operação bem construída.

Porque excelência, na prática, não está apenas no que é entregue — mas em tudo que torna essa entrega possível.

 

Fonte: https://cte.com.br/case/excelencia-operacional/ascen-empreendimentos

Posted by & filed under Arquitetura.

A arquitetura em 2026 revela uma mudança clara de direção: mais do que estética ou inovação técnica, os projetos passam a ser guiados pela busca por bem-estar, equilíbrio e conexão com o ambiente. Nesse cenário, o design biofílico e a sustentabilidade deixam de ser tendências isoladas para se consolidarem como pilares do morar contemporâneo.

A natureza como extensão do espaço

O design biofílico se fortalece ao integrar elementos naturais de forma estratégica aos ambientes construídos. Mais do que a presença de plantas, essa abordagem envolve luz natural abundante, ventilação cruzada, materiais orgânicos e uma relação mais fluida entre interior e exterior.

De acordo com as fontes, essa conexão direta com a natureza impacta a qualidade de vida, tornando os espaços mais acolhedores e promovendo uma sensação constante de bem-estar, algo cada vez mais valorizado em meio à rotina urbana.

Sustentabilidade como base do projeto

Paralelamente, a sustentabilidade se consolida como um princípio essencial da arquitetura atual. O comportamento do consumidor evoluiu, e hoje há uma valorização clara por empreendimentos que consideram eficiência energética, uso consciente da água e materiais de menor impacto ambiental.

Mais do que reduzir impactos, cresce a visão de que os projetos devem contribuir positivamente com o entorno, reforçando uma arquitetura mais responsável, inteligente e alinhada ao futuro.

Integração, experiência e conexão com o entorno

A união entre esses conceitos redefine a forma como os espaços são pensados. Ambientes mais integrados, aberturas amplas e a valorização de áreas externas deixam de ser apenas soluções funcionais e passam a ser parte essencial da experiência de morar.

Ao mesmo tempo, o entorno assume um papel protagonista. A presença de áreas verdes, vistas abertas e a integração com a paisagem passam a ser atributos centrais, influenciando diretamente a percepção de conforto e qualidade de vida.

Naturalmente, destacam-se projetos que já nascem com essa relação bem resolvida, onde arquitetura e natureza coexistem de forma harmônica e quase intuitiva.

Em Ribeirão Preto, esse conceito se materializa em empreendimentos que traduzem essa integração de forma genuína, como o Villa Guaimbê, onde a relação com a paisagem, a amplitude dos espaços e a presença do verde não são apenas complementos, mas parte essencial da experiência de viver. Um reflexo claro de como a arquitetura contemporânea vem evoluindo: mais conectada, mais consciente e profundamente alinhada ao bem-estar.

Fontes: portaldoholanda.com.br ; conviverurbanismo.com.br ; ebm.com.br

Posted by & filed under Mercado imobiliário.

O modelo de locação de curta duração, conhecido como short stay, vem crescendo no mercado imobiliário brasileiro e atraindo cada vez mais investidores. Nos últimos anos, o aumento da procura por esse tipo de hospedagem e a expansão das plataformas digitais de locação impulsionaram o interesse por imóveis preparados para estadias mais flexíveis.

Esse movimento começa a ganhar mais espaço também em cidades do interior, acompanhando o crescimento econômico regional e o fluxo de profissionais, estudantes e visitantes que circulam por esses municípios.

Os números recentes do setor reforçam essa tendência. O modelo de locação por curta duração consolida-se no Brasil, com faturamento nacional crescendo 32% ao ano e ocupação média de 41% em polos regionais. No interior de São Paulo, cidades como Franca e Ribeirão Preto emergem como novos hotspots, alinhadas ao boom imobiliário local (+164% nas vendas em 2025).

Studios ganham protagonismo nesse cenário

O crescimento do short stay também impulsiona a demanda por studios e apartamentos compactos, considerados um dos formatos mais adequados para esse tipo de locação.

Essas unidades costumam apresentar plantas funcionais, menor custo de manutenção e maior flexibilidade de uso. Além disso, atendem bem tanto à locação temporária quanto à moradia individual, o que amplia sua liquidez no mercado.

Por essas características, os studios passaram a ganhar protagonismo em novos empreendimentos imobiliários voltados tanto para moradia quanto para investimento.

Um movimento que começa a chegar a Franca

À medida que o mercado imobiliário acompanha essas transformações, novos projetos começam a incorporar tipologias mais compactas e alinhadas às novas formas de uso dos imóveis.

Em Franca, esse movimento já pode ser observado em empreendimentos que incluem studios pensados para acompanhar essa dinâmica do mercado, combinando eficiência de espaço, arquitetura contemporânea e atenção aos detalhes.

Um exemplo é o AUGE, empreendimento que reúne studios, apartamentos e lofts em um projeto com proposta arquitetônica refinada e plantas cuidadosamente planejadas. Desenvolvido com foco em qualidade construtiva, funcionalidade e valorização patrimonial, o projeto dialoga diretamente com investidores que buscam produtos imobiliários diferenciados, capazes de unir design, localização e potencial de retorno dentro das novas tendências do mercado.

 

Fontes: realmarka.com.br ; ebm.com.br ; megamoveleiros.com.br